Fazer 250 Solid Grey 2026: 6 meses de uso real
Peguei a chave em janeiro e desde então rodei mais de 8.000 km. Aqui vai tudo que aprendi — o que é ótimo, o que incomoda e por que ainda não me arrependo.
A Fazer 250 Solid Grey chegou na minha garagem no começo de janeiro. Cor nova, motor atualizado e um visual que me convenceu antes mesmo de ligar o motor. Seis meses depois, vou te contar o que a Yamaha acertou, o que ainda incomoda e se eu compraria de novo.
Motor e desempenho
O propulsor de 249cc mono segue sendo o mais refinado da categoria. Resposta suave no início da rotação, entrega mais intensa acima de 6.000 rpm. Para o trânsito diário de BH — semáforo, curva fechada, eventual contra-mão — ele cumpre tudo sem reclamar. Na estrada, cruza confortável entre 100 e 120 km/h.
Consumo real
Na cidade: 28 km/l. Estrada: 33 km/l. Tanque de 13 litros. Autonomia urbana em torno de 360 km antes do reserva acender — não é o número que a Yamaha divulga, mas é o que eu vivo.
Ergonomia
Ponto alto. Selim bem almofadado, pegada do guidão natural, pé bem posicionado. Consigo fazer 300 km sem parar sem sentir as costas.
O que incomoda
Espelho retrovisor vibra acima de 9.000 rpm. Cavalhete lateral um pouco curto para terreno levemente inclinado. O painel analógico ficou para trás — qualquer moto do segmento tem display digital hoje.
Vale comprar?
Sim. Para quem quer uma naked polivalente — cidade, estrada, curvas — sem gastar R$ 35 mil, a FZ25 Solid Grey é a escolha mais honesta do mercado em 2026.
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