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MOTO NA PRÁTICA
Fazer 250 Solid Grey 2026: 6 meses de uso real
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Review 8 min de leitura 0 visualizações23 de jul. de 2026

Fazer 250 Solid Grey 2026: 6 meses de uso real

Peguei a chave em janeiro e desde então rodei mais de 8.000 km. Aqui vai tudo que aprendi — o que é ótimo, o que incomoda e por que ainda não me arrependo.

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A Fazer 250 Solid Grey chegou na minha garagem no começo de janeiro. Cor nova, motor atualizado e um visual que me convenceu antes mesmo de ligar o motor. Seis meses depois, vou te contar o que a Yamaha acertou, o que ainda incomoda e se eu compraria de novo.

Motor e desempenho

O propulsor de 249cc mono segue sendo o mais refinado da categoria. Resposta suave no início da rotação, entrega mais intensa acima de 6.000 rpm. Para o trânsito diário de BH — semáforo, curva fechada, eventual contra-mão — ele cumpre tudo sem reclamar. Na estrada, cruza confortável entre 100 e 120 km/h.

Consumo real

Na cidade: 28 km/l. Estrada: 33 km/l. Tanque de 13 litros. Autonomia urbana em torno de 360 km antes do reserva acender — não é o número que a Yamaha divulga, mas é o que eu vivo.

Ergonomia

Ponto alto. Selim bem almofadado, pegada do guidão natural, pé bem posicionado. Consigo fazer 300 km sem parar sem sentir as costas.

O que incomoda

Espelho retrovisor vibra acima de 9.000 rpm. Cavalhete lateral um pouco curto para terreno levemente inclinado. O painel analógico ficou para trás — qualquer moto do segmento tem display digital hoje.

Vale comprar?

Sim. Para quem quer uma naked polivalente — cidade, estrada, curvas — sem gastar R$ 35 mil, a FZ25 Solid Grey é a escolha mais honesta do mercado em 2026.

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